segunda-feira, 20 de junho de 2016

Anápolis sedia operação para combate de guerra eletrônica


Treinamento reúne mais de 500 militares em cenários de combate

A Base Aérea de Anápolis (BAAN) sedia, até o dia 30 de junho, a Operação Sabre, com a participação dos esquadrões de F-5M, A-1, E-99 e R-99. Cerca de 560 militares estão envolvidos em missões de defesa aérea, ataque ao solo e reconhecimento dentro de um contexto fictício de conflito. O treinamento, organizado pela Terceira Força Aérea (III FAE), visa capacitar as equipes de combate para atuar em cenários de conflitos simulados.

Para que o treinamento seja o mais realista possível, é feita a simulação de conflito entre dois países que lutam por uma área de litígio que, temporariamente, encontra-se sob domínio militar. A força amiga é denominada Blue Force e as de oposição, Red Force, que cria um contexto de ameaça. Depois de esgotadas todas as possibilidades de soluções diplomáticas, é autorizada a intervenção militar do país azul contra o vermelho, com objetivo de obter o controle sobre o território invadido.

Todo o contexto enfrentado numa guerra real será simulado, como ações de defesa aérea, ataque, controle e alarme em voo, escolta, reabastecimento em voo, reconhecimento aéreo, varredura, vigilância e controle do espaço aéreo e defesa antiaérea. O objetivo é que os esquadrões avaliem as táticas de desempenho frente a um inimigo e o emprego de armamentos simulados.

"Mais importante que o treinamento e o adestramento das equipagens operacionais é o conceito da eficiência obtida em cada hora de voo, de acordo com os preceitos doutrinários e a busca pela eficiência do sistema de armas. Portanto, o aproveitamento deste exercício para a fundamentação doutrinária, bem como o aprimoramento da capacidade de pronta-resposta de nossos pilotos dependerão da manutenção do foco, busca ininterrupta da eficiência em cada procedimento realizado, por parte de todos os envolvidos”, declara o Brigadeiro do Ar Fernando Almeida Riomar, comandante da III FAE.

BVR – Terminou nessa quarta-feira (15/06), na Base de Anápolis, a Operação BVR. Do inglês Beyond Visual Range, que significa além do alcance visual, o treinamento possibilitou que militares dos esquadrões de caça aprimorassem técnicas de lançamento de mísseis a grandes distância com auxílio de radares.

Pela primeira vez, foi aplicado o conceito de ameaça simulada, de forma a definir claramente quais são as equipagens a serem treinadas pelo país azul e quais os pilotos darão o suporte ao treinamento do país vermelho.







Fonte : FAB
Fotos : FAB 







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terça-feira, 15 de março de 2016

Pilotos da Esquadrilha da Fumaça participam de estagio de adaptação fisiológica


A equipe de 13 pilotos da Esquadrilha da Fumaça está passando, nesta manhã de 14 de março, pelo Estágio de Adaptação Fisiológica (EAF) no Instituto de Medicina Aeroespecial (IMAE), no Rio de Janeiro. O estágio está sendo feito na Subdivisão de Fisiologia Aeroespacial, local que dispõe de Câmara Hipobárica, Torre de Ejecão, Cadeira de Barany (simulador de vertigem rotatória) e da Sala de Visão Noturna.

Todas as atividades possuem a finalidade de simular as diversas condições encontradas em voo. Dessa forma, pode-se revelar as reações fisiológicas de forma a prepará-los para as possíveis adversidades encontradas durante um voo real. Exemplos de adversidades são: despressurização de cabine, necessidade de ejeção, desorientação espacial, dentre outras. Segundo a Chefe da Secretaria de Segurança de Voo, Capitão Roberta Rosa Petrocinio , “o piloto precisa revalidar o Estágio de Adaptação Fisiológica a cada quatro anos”.




















Fonte : EDA 
Fotos : EDA




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domingo, 13 de março de 2016

Você já tem pra quem torcer no Red Bull Air Race


Uma entrevista exclusiva com o piloto brasileiro Francis Barros, da categoria Challenger .

Não é pra qualquer um. Os pilotos do Red Bull Air Race representam um grupo muito exclusivo, de apenas 15 países. E o Brasil está entre eles pelo segundo ano consecutivo. O responsável pela façanha é o gaúcho Francis Barros, de 38 anos de idade, que vai disputar a temporada na categoria Challenger (divisão de acesso ao campeonato principal, a Master).

Mas como é que um brasileiro foi se meter na elite da corrida aérea mundial? É o que a gente tenta entender nessa entrevista exclusiva. Francis Barros respondeu ao RedBull.com direto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde se preparava para começar a temporada 2016. E você vai descobrir por que vale a pena torcer bastante por ele!

Quando e como você começou a pilotar ?
Comecei a pilotar com 14 anos de idade em uma escola de aviação próxima da minha casa em Porto Alegre. Desde os 9 anos, eu participava de um curso muito bacana, de iniciação aeronáutica para crianças. Lá, aprendi a montar e a pilotar aeromodelos. Eu frequentava o aeroclube todos os fins de semana, o que acarretou numa transição natural para os aviões pelo fato de eu frequentar um ambiente favorável. Com isso tive a oportunidade de aprender a pilotar desde jovem, o que obviamente foi uma grande vantagem.

Como você treina para competir no Air Race ?
Infelizmente, as minhas condições de treino ainda não são as ideais, pois o avião que utilizo nos treinamentos é um pouco diferente dos aviões utilizados no Air Race. Como não temos os pylons (barreiras infláveis), utilizo circuitos imaginários e observadores em solo que após o voo me fornecem feedback das trajetórias Mas temos de evoluir muito ainda nos treinamentos e já temos um plano de médio a longo prazo.

Tem alguma estratégia para o Air Race deste ano ?
Minha meta, assim como no ano passado, é lentamente me tornar mais competitivo em relação aos tempos, pois diante de todas as dificuldades de treinamento, a evolução não é a mais adequada. Mas se fizermos uma análise do comportamento técnico do voo, das trajetórias, da manutenção de altitude e dos tempos, a curva de evolução é considerável. Então, a estratégia é evoluir lentamente, com segurança, mas com consistência.

Como é ser o único brasileiro da competição ?
Tem seus aspectos positivos e negativos. O aspecto positivo é que o povo brasileiro é muito querido ao redor do mundo e, sendo assim, sou muito bem tratado em todas as corridas pelo público local. O aspecto negativo é que quanto mais brasileiros puderem participar, mais rápido poderemos desenvolver técnicas e captar a atenção dos patrocinadores para que possamos ter melhores resultados nesse esporte.

Qual das oito etapas vai ser a mais difícil? Por quê ?
Considero que todas as etapas, com suas deslumbrantes paisagens em cidades com cenários maravilhosos, apresentam um elevado grau de dificuldade. Porém, duas etapas são diferenciadas: Spielberg, na Áustria, onde o terreno é muito variável por ser muito acidentado (durante o circuito temos de subir e descer mais de 100 metros aproximadamente), e Ascot, na Inglaterra, onde o circuito é no meio de um bosque (Hipódromo de Ascot), contendo muitas árvores como obstáculos e pylons escondidos em clareiras, dificultando a visão. É muito fácil se desorientar neste circuito.

Qual é o maior desafio de competir no Air Race ?
Obviamente ganhar, pois estamos entre os melhores pilotos do mundo. Todos são muito talentosos. São reconhecidamente pilotos vencedores de competições internacionais de acrobacia aérea, ou então militares que voaram em esquadrões famosos. Porém, como sou oriundo da acrobacia aérea, ainda estou me desenvolvendo como um "velocista", pois apesar da acrobacia estabelecer uma boa base, ela difere muito do Air Race. Este esporte está relacionado com velocidade, precisão e habilidade. É o avião, o homem e o tempo.

Você tem alguma meta de evolução ?
Toda a minha estratégia está baseada em ser campeão da categoria Master um dia. Por isso desenvolvo um trabalho de longo prazo. Este é o ponto máximo do nosso esporte, reconhecido pela Federação Internacional de Aeronáutica (FAI). Mas como qualquer esporte de alta performance temos de gerenciar os riscos, por isso a curva de aprendizado é lenta, segura e consistente. Isso é fundamental para chegar lá. O tempo de irmos para o pódio virá.

Acompanhe cada detalhe da abertura do Red Bull Air Race 2016 ao vivo pela Red Bull TV.
























Fonte Red Bull TV 
Fotos : Alberto Semedo Neto




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domingo, 6 de março de 2016

Aeronáutica recebe carta patente de processo de pintura para furtividade de aviões


Tecnologia também pode ser usada para aplicações civis .

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) recebeu a carta patente de processo de pintura que permite dar mais furtividade aos aviões (dificuldade em ser identificado por radares inimigos) em janeiro deste ano. A nova tecnologia é resultado de anos de trabalho de pesquisadores do instituto, localizado em São José dos Campos (SP), e parte de um projeto iniciado em 1998 denominado MARE (Materiais Absorvedores de Radiação Eletromagnética) pela Divisão de Materiais.

“A patente é um reconhecimento pelo trabalho da equipe, da seriedade com que foi feito. É uma tecnologia nacional feita por brasileiros. É algo de orgulho, de importância”, avalia a professora Mirabel Cerqueira Rezende que esteve à frente do projeto e contou com aproximadamente 30 profissionais.

A furtividade dos aviões funciona da seguinte forma: o material que reveste a aeronave converte a energia eletromagnética emitida por radares inimigos em energia térmica, impedindo a reflexão de sinais e assim retarda a identificação dos aviões. Segundo a pesquisadora, são poucos os países do mundo que dominam esta espécie de tecnologia, pois é usada para ter soberania. França, Inglaterra, Japão e Estados Unidos, por exemplo, desenvolveram técnicas próprias para conseguir o mesmo resultado. “É um pouco difícil porque as informações são restritas. Os países que detêm essa tecnologia não a divulgam”, explica.

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu a carta patente à tecnologia intitulada “Processo para a obtenção de materiais absorvedores de radiação eletromagnética isotrópicos e anisotrópicos, utilizando partículas esféricas e filamentos de óxido de ferro policristalino, com valências Ll e Lll, na faixa de 1 Ghz a 20 Ghz”. “A concessão da patente significa que nossa tecnologia tem particularidades que a tornam única comparada com outras no mundo que permitem resultados semelhantes”, ressalta.

O desafio agora é licenciar a tecnologia para torná-la comercial. Ela pode também ser aplicada como blindagem de equipamentos eletroeletrônicos, de telecomunicações, uso médico, na aviação comercial, entre outros.

Processo - O Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), um dos institutos do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), por intermédio do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), foi o responsável por conduzir o processo cuja patente foi depositada no ano 2000. O projeto contou com financiamento de instituições como CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e Fapesp (Fundo de Amparo à Pesquisa de São Paulo) e apoio do laboratório de guerra eletrônica do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

O NIT, criado em 2006, é responsável por apoiar a transferência de tecnologias originadas nas instituições científicas e tecnológicas do Comando da Aeronáutica para o mercado, proteger a propriedade intelectual, tornar essas tecnologias acessíveis e promover a inovação tecnológica. Desde então já obteve 18 cartas patente e depositou cerca de 40 pedidos, resultado das pesquisas dos institutos do DCTA.

“A inovação efetivamente ocorre quando conseguimos transformar a nova tecnologia em produto”, afirma Renato Mussi, chefe do NIT. De acordo com ele, uma das funções do núcleo é apresentar as tecnologias descobertas pelos pesquisadores a quem estiver interessado em licenciá-las. “ A meta é transferir estas tecnologias para o setor produtivo nacional e, dessa forma, beneficiar a sociedade brasileira com a promoção efetiva da inovação tecnológica no país”, finaliza.









Fonte : FAB 
Fotos : FAB 



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Militares da FAB treinam reabastecimento em voo durante exercício operacional


Os reabastecedores KC-130 e os caças A-1 e F-5 participaram da atividade .

A Base Aérea de Canoas (BACO), no Rio Grande do Sul, sediou o Exercício Operacional Barão entre os dias 21 e 27 de fevereiro. O treinamento envolveu os cargueiros reabastecedores KC-130 Hércules e aeronaves de caça para missões de reabastecimento em voo.

"A ação de reabastecimento em voo, no cenário do Poder Aeroespacial, permite potencializar as características dos vetores de defesa, entre as quais, destacamos o alcance. Para um País de dimensões continentais, torna­-se importante o domínio das técnicas de transferência de combustível entre aeronaves em voo", explicou o Comandante do Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1° GTT), Tenente-Coronel Marcelo da Silva Ribeiro.

O exercício envolveu os Esquadrões Pampa (1°/14° GAV), com as aeronaves F-5; Centauro (3°/10° GAV) e Poker (1°/10° GAV), ambos com os caças A-1; e os KC-130 do 1° GTT e do Esquadrão Gordo (1°/1° GT). Durante a operação, os caças se aproximam da aeronave reabastecedora e reduzem a velocidade. Em seguida, o avião "tanque" libera uma mangueira de 30 metros que se conecta ao caça e o combustível é transferido. Todo esse processo dura cerca de dois minutos.

Há pouco mais de dois anos, o 1° GTT retomou as missões de reabastecimento em voo, após 28 anos sem realizar a atividade. "Isso eleva o nível operacional da unidade aérea no contexto da tarefa de sustentação ao combate, conforme o que preconiza a Doutrina Básica da Força Aérea Brasileira", afirma o Tenente-Coronel Ribeiro.

Durante o exercício, também houve formação de pilotos, rádio navegador e loadmaster, profissional que prevê o controle da carga e do pessoal transportados no avião.








Fonte : FAB
Fotos : FAB



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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Embraer firma parceria com Across para venda de jatos executivos no México


São José dos Campos – SP, 22 de fevereiro de 2016 – A Embraer Aviação Executiva anunciou hoje parceria com a Across para comercialização de jatos executivos no México. Pelo acordo, a provedora de serviço VIP para aviação executiva, localizada no aeroporto internacional de Toluca (AIT), nos arredores da Cidade do México, se torna um representante de vendas autorizado para toda a linha de jatos executivos da Embraer no mercado mexicano.

“A Embraer estabeleceu uma sólida presença no México, fornecendo aeronaves avançadas para o mercado de defesa e companhias aéreas. Agora, nosso amplo portfólio de jatos executivos, totalmente certificado, está atraindo a atenção dos clientes mexicanos, que buscam produtos verdadeiramente inovadores que ofereçam baixo custo operacional, alta segurança, produtividade, conectividade e conforto”, disse Marco Tulio Pellegrini, Presidente & CEO da Embraer Aviação Executiva. “Ter a Across como parceiro comercial aumenta nossa presença no país e destaca nosso comprometimento com o mercado mexicano. A Across e seus serviços de alto padrão estão definitivamente em linha com o nosso objetivo de desafiar o convencional para superar as expectativas de nossos clientes. Estou animado por essa parceria de longo prazo.”

A rede de vendas da Embraer Aviação Executiva acompanha a expansão global da frota de jatos executivos da Companhia. Em 2015, a Empresa entregou 120 aeronaves, o maior volume dos últimos cinco anos. No México, a frota composta pelos jatos da família Phenom, Legacy e Lineage cresceu 35% no último ano.

“A Embraer Aviação Executiva representa uma nova geração para a aviação executiva. Com quase 1.000 aeronaves em operação em mais de 60 países, seu DNA de inovação tem permitido à Companhia se posicionar, ao longo da última década, de forma inovadora em cada segmento que compete,” disse Pedro Corsi Amerlinck, CEO da Across. “É uma honra ser nomeado representante de vendas no México, um mercado com alto potencial de substituição de aeronaves antigas, com necessidade de mais segurança, eficiência e flexibilidade que a linha de produtos da Embraer Aviação Executiva oferece. Estou feliz por oferecer ao mercado produtos novos e fora do comum para uma experiência singular de nossos clientes”.

Fundada em 2009, a Across oferece soluções em voos de fretamento com o conceito “Aviación a tu medida”, gerenciamento de aeronave, serviço aeroportuário de aviação executiva (FBO) e, com a nova parceria, vendas de aeronaves e propriedade compartilhada do amplo portfólio da Embraer, em busca de ampliar a flexibilidade operacional dos seus clientes. Sua moderna infraestrutura na cidade de Toluca, principal centro de aviação executiva do México, conta com hangares, VIP lounges, salas de reuniões e escritórios administrativos.

Sobre a Embraer Aviação Executiva

A Embraer é uma das maiores fabricantes de jatos executivos do mundo, tendo entrado neste segmento de mercado a partir de 2000, com o lançamento do jato Legacy. A Embraer Aviação Executiva foi constituída em 2005. Seu portfólio, o mais amplo da indústria, é formado pelos jatos Phenom 100E, Phenom 300, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 600, Legacy 650 e Lineage 1000E. Com mais de dez anos de mercado, a frota de jatos executivos da Embraer já ultrapassa 975, que estão em operação em mais de 60 países. Os clientes são apoiados por uma rede global de 75 centros de serviços entre próprios e autorizados e centros de distribuição de peças, complementados por um Contact Center 24/7.





Fonte : Embraer 
Fotos : Embraer 



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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Phenom 300 da Embraer é o jato executivo mais entregue no mundo pelo terceiro ano consecutivo


São José dos Campos - SP, 23 de fevereiro de 2016 - O Phenom 300 da Embraer foi o jato executivo mais entregue no mundo em 2015 pelo terceiro ano consecutivo, com 70 aeronaves sendo recebidas por clientes ao redor do globo.

“Gostaríamos de agradecer nossos clientes pela confiança e fidelidade, que possibilitou ao Phenom 300 ter aceitação global desde o seu lançamento”, disse Marco Tulio Pellegrini, Presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. “O projeto da família Phenom teve como base os mais sofisticados requisitos da indústria, combinando atributos de uma aeronave imbatível. Ter a aeronave mais entregue do mundo pelo terceiro ano consecutivo é um verdadeiro reconhecimento de que fomos fiéis ao compromisso de desenvolver aeronaves inovadoras para atender às necessidades dos operadores.”

Reconhecido como um dos mais desejados jatos leves por empresas de propriedade compartilhada, serviços de fretamento, departamentos de voos corporativos e pilotos proprietários, o Phenom 300 já possui uma frota de 320 jatos em operação em 28 países e acumula cerca de 300.000 horas de voo. O Phenom 300 também foi o jato executivo mais entregue em 2013 e 2014.

A Associação dos Fabricantes de Aviação Geral (GAMA, na sigla em inglês) divulgou recentemente o seu relatório anual referente às entregas e faturamento do setor em 2015, mostrando que a participação de mercado da Embraer Aviação Executiva, em termos de entregas, subiu para 17%. No ano passado, a Empresa entregou 120 jatos executivos, incluindo aeronaves da família Phenom, Legacy e Lineage, o maior volume dos últimos cinco anos.

Sobre o Phenom 300

O Phenom 300 tem desempenho entre os melhores jatos da categoria light, com velocidade máxima de cruzeiro de 453 nós (839 km/h) e um alcance de 3.650 quilômetros (1,971 milhas náuticas) com seis ocupantes nas condições NBAA IFR. Com a melhor razão de subida e desempenho de pista da sua classe, o Phenom 300 tem custos de operação e de manutenção menor do que seus concorrentes. A aeronave voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros), propulsionada por dois motores Pratt & Whitney Canada PW535E, com 3.360 libras de empuxo cada.

O Phenom 300 oferece uma cabine espaçosa, projetada em parceria com o BMW Group DesignworksUSA e o maior bagageiro de sua categoria. As maiores janelas de sua classe proporcionam luz natural abundante na cabine e no toalete. O conforto dos assentos, com capacidade de reclínio e amplo movimento é acentuado pela melhor pressurização de cabine entre os jatos leves (altitude máxima de 6.600 pés). O Phenom 300 oferece zonas de temperatura distintas para pilotos e passageiros, uma ampla galley, opções de comunicação de voz e de dados e um sistema de entretenimento.

A cabine de comando permite operação por um só piloto e oferece a opção avançada Prodigy Touch Flight Deck. Os recursos tipicamente encontrados em categorias superiores são ponto único de reabastecimento, manutenção externa do toalete e uma elegante escada.














Fonte : Embraer 
Fotos : Alberto Semedo Neto 
Fotos2 : Embraer (Divulgação) 




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